SEM ESCOLAS
Ivaldo Gomes
Ivaldo Gomes
Na poesia que tento fazer,
não tem escola.
Nem escala, nem métrica,
nem rima.
Não tem corrente,
aderente, grupo
de não sei o que.
Só tem o sentimento
expresso no papel,
virtual, anormal,
do arquivo do
computador.
Computo minhas
dores e alegrias,
diariamente.
Gota a gota.
Até secar.
Depois molho
de novo.
Até passar.
Pra memoria
do computador.
Parece uma flor
a desabrochar.
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